quarta-feira, 8 de abril de 2009

BIG BROTHER BRASÍLIA


Terminou mais uma edição do Big Brother Brasil, a baboseira da Rede Globo que mobiliza o país. Não vi e não gostei, mas o BBB me deu uma idéia, que só não é boa porque não tomo 51 e sim a legítima cachaça de alambique.

2010 é ano de eleição presidencial. No lugar daquela aporrinhação do horário eleitoral gratuito, poderíamos colocar todos os candidatos numa casa e promover o Big Brother Brasília.

Ao final da disputa, em vez de um milhão de reais, o vencedor ganharia uma faixa de Presidente da República e o direito de morar quatro anos de graça no Palácio do Planalto.

Já dá pra imaginar algumas situações.

José Serra, insosso e professoral, iria fazer muita gente pegar no sono com cinco minutos de programa.

Ciro Gomes, na primeira vez que fosse indicado ao paredão, perderia o controle e chamaria os telespectadores/eleitores de burros pra cima. Ou pra baixo.

Heloisa Helena iria dizer que não sabia o que estava fazendo naquele templo do capitalismo selvagem, que Lula havia se curvado ao neoliberalismo e blá blá blá, blá blá blá, blá blá blá...

Paulo Maluf daria um jeito de provocar uma pane nas câmaras de vigilância, faria uma ´limpa´ nos móveis, eletrodomésticos e roupas e mandaria tudo para um “quarto secreto” nas Ilhas Cayman ou na Suíça.

E Dilma Roussef poderia ter uma recaída dos seus tempos de guerrilheira, seqüestraria o Pedro Bial e explodiria a casa mais vigiada do Brasil.

Pensando bem, até que não seria tão ruim assim...

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