quinta-feira, 5 de maio de 2011

CHARUTOS BAIANOS NA CHINA


Um dos mais importantes resultados da relação comercial entre a Bahia e Ásia e fruto das últimas missões da agropecuária baiana à República Popular da China, coordenada pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, uma delegação chinesa estará na Bahia entre os dias 8 e 15 de maio para vistoriar a cadeia produtiva do tabaco, confirmar que o Estado é livre do Mofo Azul e autorizar a exportação dos charutos fabricados no Recôncavo. Técnicos e representantes do governo chinês, além de empresários, vão visitar fazendas e indústrias para conhecer in loco desde o plantio, a colheita e o beneficiamento da produção, com vistas a incluir o Estado no tratado bilateral para a exportação do charuto.

A delegação chinesa vai conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) que caracterizou a Bahia como Área Livre de Mofo Azul, status certificado e reconhecido pelo Ministério da Agricultura (MAPA). A presença da praga é impeditiva ao comércio com o mercado Chinês. Para o secretário Eduardo Salles, a exportação dos charutos baianos vai gerar empregos e recuperar a economia do Recôncavo.

Em janeiro deste ano, junto com o governador do Estado, Jaques Wagner, o secretário da Agricultura Eduardo Salles, esteve na China, em missão de trabalho, para entregar ao vice-ministro da Agricultura daquele país, Wei Chuanzhong, os documentos comprobatórios de que a Bahia é Estado livre do Mofo Azul. “Nosso objetivo enquanto Estado é a recuperação econômica e social do recôncavo, que vive da cultura do fumo”, salienta o diretor geral da Adab, Paulo Emílio Torres. “Mas é também garantir a qualidade sanitária da produção para o pleno desenvolvimento das atividades do homem no campo”, finaliza

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